Me irrita quando eu quero escrever, e penso nisso em horas erradas.
Quando como ontem à noite, eu deitei minha cabeça no travesseiro e ele automaticamente se abarrotou com todas as minhas idéias. Eu queria falar de amor, de música, intercalar entre isso e aquilo, e finalizar com alguma frase que eu gosto muito.
Mas aconteceu que, com todas as três vezes que eu fui acordada pela manhã (é, eu fui acordada às seis e meia, sete e às nove com uma mensagem da minha mãe: "acorda filha!"), todos os meus pensamentos fugiram de mim. Me irritei. É, por que? Eu queria dormir, ORAS! Enfim. Logo, eu passei o dia inteiro confabulando com meus botões imaginários (porque minha farda não é, infelizmente, dotada de botões) sobre o que eu escreveria. Mas parece que hoje foi o dia Dê (encherem o meu saco, perder todas as idéias, etc).
Para começar o dia cheio de peripécias, acordei atacada na T(empo)P(ara)M(atar). Tive que ir comprar o ovo de páscoa do meu amigo invisível, e como a preguiça dominava meu ser, eu vesti a primeira coisa que eu vi na gaveta de roupas-de-casa-que-podem-ser-usadas-na-rua que não tinha furos notáveis, e sofri as consequencias. Fui cantada por pelo menos três motociclistas, e quatro motoristas de ônibus. E um vendedor de bombons que estava em frente ao famoso Mundo Do Real, local escolhido pela minha adorável avó para adquirir lindos potes tapeware. Não é a toa que minha mãe me chama de musa dos motoqueiros/motoristas/garçons/qualquer-um-MESMO.
Ótimo, sobrevivi à primeira etapa do dia. Mas... no caminho para ir a escola, o pneu da van furou. Que lindo! Sol quente, suor, e conseqüentemente, perda do primeiro horário escola, o qual era o da matéria que eu mais mando bem no mundo: física. Fui passar os 40 minutos que restavam daquele horário na secretaria... chegando lá, encontro meus amigos retardatários. Até ai, estavamos melhorando. Até que, um dos amigos me comparou com algum personagem do desenho (ou seja lá o que isso for) Futurama, pelo fato das minhas sobrancelhas não estarem devidamente alinhadas naquele momento. OBRIGADA, AE, PARÇA.
Mas nada estava perdido, meu caro. Choveu! E enquanto todos reclamavam que São Luis está inundando, e João Castelo está só tomando banho no dinheiro que deveria estar sendo usado na melhoria das ruas e avenidas, eu, com toda minha empolgação, sai na rua (não como eu queria, fui energicamente barrada pelos meus pais, devido ao que eu estava planejando trajar). E me joguei na chuva. Com a minha melhor amiga. Divertido, uhn? Só espero não pegar uma gripe, uma pneumonia, dengue, ou aquela doença que minha amiga chama de "doença do xixi do ratinho", vulgo leptospirose. Ou pegar todas né, vai saber.
Mas cada dia é como se fosse uma caixinha, abarrotadinha de surpresas! E até agora eu ainda não consegui escrever nada relacionado ao que eu queria. Mas nisso eu penso quando for deitar de novo... ou quem sabe amanhã... ou depois...
quinta-feira, 14 de abril de 2011
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3 comentários:
tu não sabe o quanto eu xingo o nosso querido prefeito quando tô indo pra escola. é um adjetivo carinhoso a cada buraco... boa sorte amanhã, ju! HAUHAU beijos
Pois é amiga... a vida é realmente uma "caixinha abarrotadinha de surpresa"...
E enquanto tuas ideias fugirem, estarei aqui.. nem que seja para banhar contigo na chuva e fazer elas fluírem novamente. Fazendo assim, outro post' seu de cada dia.
Obrigada, Amands! hahaha e vic... energia positiva SEMPRE, né amiga? <3
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